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Idade: 26
Altura: 1,82m
Peso: 70kg
Hobbies: Andar de moto em alta velocidade, brincar com o dobermann, (spoiler) sair à noite pra fazer nada com Kenji (melhor amigo)
Profissão: Mostrar Spoiler ▼ Yakuza - tráfico de armas e drogas
Ama: Sid (seu dobermann), motos, rock n roll, mulheres, pessoas interessantes, falar sobre as coisas mais sem importância
Odeia: ser humilhado, não poder fazer nada, bicha escandalosa, novelas românticas
Vícios: cigarro, álcool, adrenalina, Mostrar Spoiler ▼ drogas
Sonho trivial: Viajar na rota 66
Curiosidades: tem piercings em ambos os mamilos e uma tatuagem com o símbolo do caos no braço direito.
Parentes: prefere não falar a respeito. Mãe e pai em algum lugar do mundo.
Yasu gosta de liberdade e de não se sentir preso e dependente. Deveria ficar calado, pensar, ser cauteloso, calculista a extremos: não é possível, ele é espontâneo, vivo e raramente controla o que diz. Só consegue agir como um yakuza clichê e segundo o estereotipo quando há algo sério em jogo. Prepotente, orgulhoso e malicioso, não gosta de inferioridade. Tem enorme preconceito contra homossexuais. Não se afasta de pessoas, não tem medo nem receio de machucá-las.
Tem olhos verdes, não faz a mínima idéia do porque nem quer saber. Questões existenciais não são exatamente sua paixão insana.
Mostrar Spoiler ▼ Quando não se sente bem, se droga. Quando acha que vai sofrer, se droga mais. Quando não tem mesmo o que fazer e não quer gastar com gasolina, se droga “just for the fun of it”.
Passado: Mostrar Spoiler ▼ Os pais de Yasu nunca tiveram muito dinheiro, e cada vez mais as dívidas cresciam. Yasu nunca conseguiu entender isso naquela época, então também não entendeu porque teve que sair de casa e nunca mais ver seus pais, e ter tudo que conhecia substituído por homens assustadores de terno, armas grandes e pós estranhos. Depois de ser vendido para a Yakuza para que seus pais pudessem ter dinheiro, Yasu fez todo tipo de serviço sujo, inclusive assassinatos. Não que se orgulhe disso, mas não tem muito como sair dessa vida. Não que tenha prometido que sairia.
Tendo a moto, o dobermann, uma mulher e um amigo, está tudo bem. Não importa se seu nome é Yasu de verdade, não importa a dor ou o que ele pense. Se ele correr, tudo vai embora (foi o que sentiu na primeira vez que montou em uma moto e não contestou nunca mais a sensação).
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